quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PM forma novos integrantes da Companhia de Operações Especiais

Após quatro meses de treinamento rigoroso e com direito à premiação por ter ficado em primeiro lugar, o cabo da Polícia Militar Gledson Lima finalmente comemorou a conclusão do Curso de Operações Especiais, promovido pela PM.
“Estou muito feliz. Há sete anos sirvo a corporação. Tudo valeu a pena”, disse. A mãe, Selma Leal, estava tão orgulhosa quanto ele. “Ele superou limites que até eu achava que não conseguiria. Para mim é um prazer inenarrável. E ficar em primeiro lugar é felicidade em dobro”. O curso começou com 55 agentes de segurança, 40 da Polícia Militar e 15 representantes de instituições militares de outros Estados e do Distrito Federal, além de policiais rodoviários federais. Apenas 14 militares concluíram o curso. Eles estão agora habilitados para missões que exijam especializações e doutrinas relativas às operações especiais de alta e altíssima complexidade, como resgate de reféns e situações com explosivos.

“Os novos caveiras vão integrar a Companhia de Operações Especiais, os comandos regionais de Altamira e Santarém e as co-irmãs do Acre, Piauí e Tocantins. A partir de agora, eles podem trabalhar em missões de alta complexidade. Este é um curso com um custo elevado, mas a nossa prioridade é sempre qualificar nossos policiais”, afirmou o comandante de Missões Especiais, coronel Leão Braga. O Curso de Operações Especiais 2016 teve carga horária de 1.595 horas e foi dividido em quatro fases: rústica, policial, técnica e operações.

“O primeiro mês foi desenvolvido aqui no Pará. Depois algumas disciplinas foram ministradas nos Batalhões de Operações Especiais (Bope) de Brasília e Goiás, Gate de Minas Gerais, além da COE de São Paulo. Eles receberam treinamento de sobrevivência em selva, operações em altura e helitransportadas, mergulho policial, segurança de autoridades, contraterrorismo, patrulhamento de alto risco e em ambiente rural, explosivismo, atirador policial de precisão e assalto tático”, explicou o major Anilson Almeida, comandante da Companhia Independente de Operações Especiais.

O primeiro curso foi promovido em 2008. Para esta segunda edição, foram necessários seis meses de planejamento, feito por 20 militares. A Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe) atua na mediação de conflitos de grande magnitude, em que a atuação policial exige atuação diferente da desenvolvida no policiamento ostensivo. Esses conflitos se caracterizam pela grave ameaça à vida ou à liberdade, como as crises com reféns, ocorrências com artefatos explosivos, rebeliões em estabelecimentos prisionais, combate ao crime organizado e ao narcotráfico e proteção de dignitários, dentre outros. Fonte: Cristiani Sousa em http://oxingu.com/

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Se identifique e deixe seu comentário com responsabilidade!!!